ARTUR VITORAdvogado · OAB/PB 34.525
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Artur Vitor, advogado trabalhista
Trabalho sem carteira assinada · Atendimento online

Trabalhou sem carteira assinada?
O vínculo pode ser reconhecido, com registro e verbas do período.

Pagamentos por PIX, escalas, ordens do chefe e testemunhas ajudam a reconstruir a relação de trabalho. Avalie quais direitos podem ser discutidos mesmo sem registro.

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Você não paga nada de honorários para iniciar. Nos casos trabalhistas, 30% do proveito econômico, cobrado somente se ganhar a causa.

Todo o BrasilAtendimento online, sem deslocamento
Sem custo inicialVocê não paga honorários para começar
Resposta direta

Trabalho sem carteira assinada:
o que dá para discutir.

A ausência de carteira assinada não impede o reconhecimento de uma relação de emprego. A análise considera trabalho pessoal, remunerado, não eventual e subordinado, entre outros elementos do caso. Ter trabalhado por poucos meses não exclui direitos; primeiro é preciso identificar a natureza da relação.

Informações jurídicas · Artur Vitor, OAB/PB 34.525 · Publicado em

Por que olhar isso agora

O que muda
para você.

01

Transformar rotina em prova

PIX, escala, mensagem do chefe e testemunha reconstroem o vínculo. Você não precisa de contrato escrito.

02

Cobrar o que nunca foi pago

Reconhecido o vínculo, entram férias, 13º, FGTS e as demais verbas de todo o período trabalhado.

03

Contar o tempo para a aposentadoria

Período sem registro não aparece no INSS. O reconhecimento também conserta o seu histórico previdenciário.

O que pesa no seu caso

Três pontos que decidem
o rumo do seu caso.

01

A rotina vale mais que o nome

Chamar alguém de ajudante ou freelancer não define sozinho o contrato. Quem determinava tarefas, horários e substituições? Como eram feitas as cobranças e os pagamentos?

02

Direitos dependem do enquadramento

Se o vínculo for reconhecido, podem ser discutidos registro, FGTS, férias, 13º, jornada e rescisão. As verbas variam conforme o período, os pagamentos e a forma de saída.

03

Provas se complementam

Uma transferência bancária mostra pagamento, mas pode não demonstrar subordinação. Mensagens, escalas e depoimentos ajudam a explicar por que e em quais condições você recebia.

Documentos e provas

Você provavelmente já tem
o que precisa para começar.

Não precisa reunir tudo para a primeira conversa. Comece contando onde trabalhou, por quanto tempo e o que aconteceu. A documentação necessária é definida conforme o relato.

  • Comprovantes de PIX, depósitos e recibos
  • Conversas de ordens, escalas e cobranças
  • Fotos, crachá e documentos da atividade
  • Nomes de colegas que conheciam sua rotina
Como funciona

Três passos,
sem sair de casa.

I

Conte o que aconteceu

Você fala diretamente com Artur Vitor pelo WhatsApp. A primeira etapa é entender a situação, as datas e o que você pretende resolver.

II

Entenda as alternativas

Os documentos são avaliados para explicar o que pode ser discutido, quais provas faltam e quais são os riscos. Sem promessa de resultado.

III

Decida com informação

Se houver contratação, escopo e honorários são definidos por escrito. Você recebe orientação sobre as etapas e acompanha o andamento do caso.

O que dizem os clientes

Quem já passou por aqui
conta como foi.

Relatos de pessoas que buscaram orientação trabalhista pelo escritório. Cada caso é diferente e os resultados dependem das circunstâncias concretas.

Eu tinha medo de procurar advogado porque achava que ia ser caro e complicado. Dr. Artur explicou tudo pelo WhatsApp, sem enrolação. Me disse o que podia ser feito, quais eram os riscos e como funcionava o pagamento.

R.S.
R. S.São Paulo · SP

Moro em Minas e achava que não ia conseguir resolver nada com advogado de outro estado. Fiz tudo pelo celular: mandei documentos, tirei dúvidas e acompanhei o processo sem sair de casa.

C.M.
C. M.Belo Horizonte · MG

O que mais me chamou atenção foi a transparência. Antes de assinar qualquer coisa, ele me mandou um documento explicando os honorários, o que estava incluído e o que podia ou não acontecer.

A.L.
A. L.Salvador · BA
Artur Vitor — OAB/PB 34.525
Artur VitorAdvogado · OAB/PB 34.525
Quem cuida do seu caso

Seu caso merece
atenção aos detalhes.

Sou Artur Vitor, advogado inscrito na OAB/PB sob o nº 34.525, com atuação em Direito do Trabalho e atendimento online em todo o Brasil.

Meu trabalho começa por ouvir o que aconteceu e examinar os documentos. Explico as alternativas e os riscos para que você possa decidir com informação, sem criar expectativa de resultado garantido.

O atendimento é direto e as condições da contratação ficam por escrito. As exigências de cada processo, inclusive eventual comparecimento presencial, são explicadas conforme o caso.

Direito do TrabalhoContato diretoAtendimento nacional
Perguntas frequentes

O que perguntam
antes de mandar mensagem.

Trabalhei só um mês. Vale analisar?

Sim. Não existe carência de meses para caracterizar emprego. Os valores e as parcelas proporcionais dependem da duração e das demais condições.

Quanto recebo por seis meses sem registro?

Não há valor fixo pelo número de meses. Salário, datas, jornada, pagamentos já feitos e modalidade da saída alteram o cálculo.

Sem contrato escrito fica impossível?

Não. A relação pode ser demonstrada por documentos e testemunhas. A qualidade e a coerência do conjunto de provas são relevantes.

Eu tinha MEI. É a mesma análise?

A contratação como PJ ou autônomo exige exame adicional do contrato civil e dos precedentes aplicáveis, inclusive o Tema 1.389 do STF. Não basta ter CNPJ para concluir pela existência ou ausência de vínculo.

O atendimento pode ser feito de outro estado?

Sim. Artur Vitor atende online em todo o Brasil. Documentos e orientações podem ser tratados à distância; audiências e perícias seguem as determinações do juízo, sem garantia de que todos os atos serão virtuais.

Como funciona a contratação?

Primeiro são avaliados os fatos, os documentos e a viabilidade. Nos casos trabalhistas atendidos pelo escritório, o contrato prevê honorários de 30% do proveito econômico, sem honorários contratuais iniciais. Custos e riscos processuais são explicados separadamente antes da assinatura.

Existe prazo para procurar a Justiça?

Em regra, a ação trabalhista deve ser proposta até dois anos após o fim do contrato, alcançando créditos dos cinco anos anteriores ao ajuizamento. Há particularidades e exceções, inclusive quanto à contagem, que devem ser conferidas individualmente.

Orientação trabalhista

Conte o que aconteceu.
Vamos entender seu caso.

Mande uma mensagem pelo WhatsApp para relatar o que aconteceu. Você não paga nada de honorários para iniciar; os honorários são de 30% do proveito econômico e só são cobrados se ganhar a causa.

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